•♥Fotos e Curiosidades♥• 
Sep
03
By: Pink | Discussion (3)


Paleontólogos espanhóis descobriram os restos de um dinossauro que pode ter mais de 120 milhões de anos. O saurópode teria mais de 25 metros de comprimento e teria pesado mais de 40 toneladas.

Os ossos do dinossauro estão praticamente intactos. A descoberta aconteceu em Morella, na província de Castellón, no leste da Espanha. Ele seria do período Cretáceo, que sucedeu o período Jurássico. No final do Cretáceo, há 65 milhões de anos, os dinossauros entraram em extinção.

Segundo o pesquisador Jose Miguel Gasulla, “uma (descoberta) desse tamanho é muito rara”, de acordo com o jornal britânico “The Independent”.

“É uma descoberta muito animadora, porque raramente se descobre ossos na sua ordem original no esqueleto.” Gasulla ainda não tem estimativa de quanto tempo sua equipe vai levar para retirar os restos do dinossauro do local, mas afirma que o processo deve ser muito lento.



Aug
28
By: Pink | Discussion (1)

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Mosca presa em peça de âmbar é vista na Feira Ambermart, na Polônia; peça tem mais de 40 milhões de anos (28/08/2008)



Aug
04
By: Pink | Discussion (6)

A História da Terra

A Terra gira à volta do Sol há cerca de 4600 milhões de anos, e não teve sempre o mesmo aspecto que hoje apresenta.

No decurso da sua longa História, a Terra sofreu grandes modificações, que afectaram a distribuição e os contornos dos seus continentes, o clima, as formas de vida e a extensão e profundidade dos oceanos.

Na realidade a face do nosso planeta tem mudado continuamente ao longo do tempo, os oceanos e atmosfera evoluíram, ergueram-se e erodiram-se montanhas, surgiram e desapareceram mares.

No meio de todas estas transformações a vida surgiu, sobreviveu e evoluiu.

A Idade da Terra

Já alguma vez pensaste que idade terá o planeta onde vives?

Vários estudos e investigação desenvolvidas por muitos cientistas apontam a idade para os 4600 milhões de anos.

Já imaginaste o que é 1 MILHÃO? Mesmo de verdade? Porventura já te disseram 1 milhão de vezes para fazeres os trabalhos de casa? Já experimentaste contar até um milhão? E até cem mil? E até dez mil? Ou mesmo até mil?

Se contares a um ritmo de um número por segundo, levarás cerca de 15 minutos para contares até 1000.

E quanto precisarias para contar 4600 milhões de anos (4600.000.000)! Seriam precisos 69.000.000 minutos ou seja aproximadamente cerca de 131 anos sem qualquer paragem a um ritmo de 1 número por segundo. Uma enormidade!!!

Já alguma vez pensaste na quantidade de coisas que aconteceram na Terra, ao longo deste tempo?

É realmente difícil abstrairmo-nos para imaginar esta escala de tempo, uma vez que os acontecimentos importantes das nossas vidas são medidas em anos ou em unidades ainda menores; a nossa genealogia familiar em séculos, e toda a história humana é registada em séculos ou milénios.

Contudo, a datação radioactiva e a análise e estudo das rochas permitiram obter dados sobre a vida, as alterações geológicas e até mesmo mudanças climáticas do passado. A astrofísica forneceu diversas informações confiáveis a respeito dos estágios evolutivos das estrelas, suas idades, a formação da galáxia e, inclusive, uma boa estimativa do tempo decorrido desde o “Big Bang”, o evento mais remoto. Vimo-nos, assim, confrontados por uma inconcebível perspectiva do tempo, de milhares de milhões de anos, estendendo-se a períodos incrivelmente longos do passado da Terra, e a uma real dificuldade de concebermos a imensidade dos intervalos de tempo que os compreende.

Do “Big Bang” ao último segundo

Dada a dificuldade de compreender os valores temporais que iremos falar, vamos imaginar os 15 mil milhões de anos de vida do Universo comprimidos no espaço de 1 ano. Tudo. Desde a Grande Explosão que deu origem ao Universo e ao próprio tempo, o chamado Big Bang, até ao último instante, este que vives enquanto lês estas palavras.

Como já se disse, o ano é a principal unidade de medida de tempo utilizada pelos humanos. Mas já em termos de história da humanidade necessitamos de unidades maiores, como a década, o século e o milénio. Porém, mesmo os milénios dos quais possuímos registos históricos são precedidos por períodos de tempo excepcionalmente maiores. Milhões de anos se passaram na Terra antes da espécie humana aparecer. Milhares de milhões de anos desde que a primeira estrela do Universo começou a brilhar.

No calendário estão assinalados os principais eventos actualmente conhecidos da história do Universo e da Terra, como por exemplo, a formação da nossa galáxia, a origem do Sistema Solar, o aparecimento dos primeiros organismos vivos na Terra e o despertar do ser humano.

Além disso, devido à extrema compressão do tempo a esta escala, todos os eventos relativos à história humana ficaram comprimidos literalmente nos últimos segundos do dia 31 de Dezembro, sendo muito difícil registá-los integralmente.

Uma coisa é certa ao analisarmos o calendário ficamos com a perspectiva de que somos muito pequenos perante o Universo, e que ocupamos um instante de tempo insignificante na sua existência. E também que o nosso destino – e o de toda a vida na Terra – dependerá da sensibilidade humana e do seu valioso conhecimento científico.

DIA / TEMPO
ACONTECIMENTOS
1 Janeiro
15 mil milhões anos
“Big Bang”

A grande explosão que originou o Universo

Big Bang
1 Maio
10,1 mil milhões anos
Origem das Galáxias

Entre elas a nossa – Via Láctea

Origem das Galáxias
9 Setembro
4 900 milhões anos
Origem do Sistema Solar
Origem do Sistema Solar
14 Setembro
4 600 milhões anos
Formação da Terra
Formação da Terra
25 Setembro
3 700 milhões anos
Origem da Vida na Terra
Origem da Vida na Terra
9 Outubro
3 500 milhões anos
Idade dos fósseis mais antigos
Idade dos fósseis mais antigos
1 Novembro
2 500 milhões anos
Diferenciação genética e
primeiros organismos sexuados
Diferenciação genética e primeiros organismos sexuados
12 Novembro
2 100 milhões anos
Fotossíntese
Fotossíntese
15 Novembro
1 900 milhões anos
Aumento da diversidade da Vida
Aumento da diversidade da Vida
1 Dezembro
1 200 milhões anos
Surge o oxigénio na atmosfera
Surge o oxigénio na atmosfera
16 Dezembro
658 milhões anos
Primeiros organismos pluricelulares
Primeiros organismos pluricelulares
17 Dezembro
616 milhões anos
O Precâmbrico está a terminar
O Precâmbrico está a terminar
18 Dezembro
542 milhões anos
Inicio da Era Paleozóica

Período Câmbrico

Dá-se a diferenciação da maior parte dos grupos actuais de invertebrados pluricelulares, esponjas, corais e medusas, vermes segmentados, moluscos, artrópodes dotados de um robusto esqueleto externo (exoesqueleto).

Surge o primeiro plâcton oceânico.

Desenvolvimento das trilobites.

Período Câmbrico
19 Dezembro
490 milhões anos

Período Ordovicico

Continua a diversificação da vida.

Nos mares surgem os primeiros agnatas (peixes ainda sem mandíbulas) e os primeiros vertebrados.

Aparecimento dos primeiros nautilóides.

No final deste período um importante episódio de extinção acaba com cerca de 85% das espécies existentes.

Período Ordovicico
20 Dezembro
440 milhões anos

Período Silúrico

Aparecem os primeiros peixes com mandíbulas.

Aparecem as primeiras plantas vascularizadas que começam a colonização da parte emersa dos continentes.

Período Silúrico
21 Dezembro
415 milhões anos

Período Devónico

Continua a diversificação da vida, surgem os primeiros amonóides.

Dá-se a diferenciação dos primeiros anfíbios com integração de respiração aquática com respiração aérea.

Alguns grupos de artrópodes – escorpiões e insectos – conquistam e colonizam o ambiente continental.

Este período termina com a extinção de cerca de 80% das espécies vivas existentes.

Período Devónico
Período Devónico
23 Dezembro
360 milhões anos

Período Carbónico

O clima quente e húmido favorece o desenvolvimento de vastas florestas de plantas com esporos – fetos e gimnospérmicas.

Surgem os primeiros répteis e há uma grande difusão de insectos que incluem libélulas gigantes.

Período Carbónico
Período Carbónico
24 Dezembro
300 milhões anos

Período Pérmico

Os animais continuam a colonização dos mares e da terra firme.

Surgem os primeiros mamíferos com forte declínio dos anfíbios.

Está a finalizar-se a Era Paleozóica com o maior episódio de extinção em massa registado. No final do Pérmico cerca de 96% das espécies de seres vivos desapareceram, entre as quais as trilobites e goniatites.

Período Pérmico
Período Pérmico
25 Dezembro
250 milhões anos

Início da Era Mesozóica

Período Triásico

Todos os continentes estão agora reunidas num único supercontinente – A Pangeia.

Período TriásicoO clima é muito quente. Aparecem os primeiros dinossauros e continua a evolução dos mamíferos.

Nos mares regista-se uma grande diversificação de peixes e invertebrados.

No final do Triásico dá-se uma grande extinção de cerca de 75% das espécies.

26 Dezembro
200 milhões anos

Período Jurássico

A Pangea fractura-se em duas massas continentais, uma a Norte, a Laurásia e outra a Sul, a Gondwana.

Período Jurássico
As condições ambientais favorecem a diferenciação dos grandes répteis. Os dinossauros dominam todos os nichos ecológicos.

27 Dezembro
191 milhões anos

Surgem as primeiras aves
a partir da diferenciação
de alguns géneros de répteis.

28 Dezembro
145 milhões anos

Período Cretácico

No mundo vegetal dá-se a diferenciação das primeiras plantas com flor – angiospérmicas.

Os dinossauros continuam a dominar e a diversificar-se.

Período CretácicoNo final deste período uma catástrofe, que se julga devida ao impacto de um grande meteorito, levou à extinção em massa de cerca de 75% das espécies existentes, entre elas as de todos os dinossauros, amonites, belemnites e rudistas.

Termina a Era Mesozóica.

29 Dezembro
65 milhões anos
Início da Era Cenozóica

As primitivas massas continentais fracturadas estão agora próximo das actuais posições.

Era CenozóicaGrande expansão das aves e mamíferos.

Surgem os primeiros cetáceos – mamíferos marinhos – e os primeiros primatas.

30 Dezembro
41 milhões anos

Os mamíferos apropriam-se dos nichos ecológicos deixados pelos dinossauros no Mesozóico e difundem-se em terra firme, nos oceanos e no céu.

Desenvolvimento e diversificação de grandes mamíferos.

Nas pradarias passeiam enormes herbívoros, presas de ferozes predadores, como os tigres dente de sabre.

30 Dezembro
16 milhões anos

Surgem os primeiros hominídeos, com o princípio da evolução dos lobos frontais nos cérebros dos primatas. Habitam as florestas húmidas da Europa, África e Ásia. Têm caixa craniana pequena mas maxilas muito desenvolvidas, com forte dentadura adaptada a uma alimentação essencialmente vegetariana.

Com a alteração do clima, as savanas substituem as vastas florestas existentes, o que determina o início da divisão dos primatas entre as formas arborícolas das florestas e as formas adaptadas ao ambiente de savana.

31 Dezembro

HORAS:

Fim do Período Pliocénico

 

Início do Período Quaternário

20:15:00
7 milhões anos

Início da linha evolutiva do Homem


Os primeiros hominídeos

21:30:00
4 milhões anos
AustralophitecusPrimeiro estágio da evolução humana – Australophitecus

Provavelmente vegetarianos e imperfeitamente bípedes, com uma ligeira testa e estatura baixa, entre 1 e 1,5m. Habitavam as matas e florestas do continente africano.

Utensílios de pedra e osso.

22:44:55
2,5 milhões anos
Homo habilisSegundo estágio da evolução humana
O género Homo.
Homo habilis

Omnívoros. Completamente bípedes e com uma testa alta.

Utensílios de pedra mais elaborados.

Fósseis encontrados exclusivamente no continente africano.

22:59:56
1,7 milhões anos
Surge o Homo Erectus

Tinham aproximadamente 1 m de altura e caminhavam completamente erectos. O Homo erectus fabricava ferramentas elaboradas, descobriu o fogo e iniciou a caça grossa de animais selvagens, tendo começado a fixar-se em diversos locais.

Foram encontrados vestígios fósseis em todos os continentes, embora os mais antigos tenham sido encontrados em África.

23:52:30
450.000 anos
Homo SapiensSurge o Homo Sapiens

 

Dotado de raciocínio, e com as primeiras manifestações de arte. Inicia os rituais funerários.

Habita todos os continentes.

23:56:15
100.000 anos
Homem de Neanderthal
Homem de Neandert
hal

 

Viveu na Europa e no Médio Oriente. Pratica o culto da morte.

Extinguiu-se sem deixar descendência.

23:58:53
30.000 anos
Homo Sapiens SapiensHomo Sapiens Sapiens

 

Única espécie humana actualmente existente. Vive em todos os continentes onde se vem diversificando. É hábil na fabricação de utensílios que utiliza para pescar, caçar e defender-se.

Vestígios de arte rupestre deixados por toda a Europa.

23:59:32
12.500 anos
Idade Neolítica

Idade NeolíticaNo médio Oriente grupos humanos praticam a pastorícia e a agricultura e iniciam a domesticação de animais.

Tornam-se definitivamente sedentários e habitam em cabanas.

Dá-se a grande extinção dos mamutes.

23:59:49
5.000 anos

Idade do BronzeIdade do Bronze

Construção das grandes pirâmides do Egipto.

Inicio do processo de fabrico em bronze.

Segundo a civilização chinesa o céu era redondo e a terra quadrada.

23:59:53
3.000 anos

Idade do FerroIdade do Ferro

Início da idade do ferro na Europa.

23:59: 56
2.000 anos
Nascimento de CristoNascimento de Cristo

Os Romanos conquistam a Alemanha e Grã-Bretanha.

Pompeia e Herculano são destruídas por erupção vulcânica do Vesúvio.

23:59:59
500 anos
Idade do Renascimento

Renascimento

Copérnico formula a teoria do universo heliocêntrico.

Renascimento

Época dos descobrimentos.

Aparecimento do método experimental na ciência.

23:59:59:9
Actualidade
Hoje, Nós, Homem Actual

Homem Actual  Homem Actual

Desenvolvimento generalizado da ciência e tecnologia.

Aparecimento de uma cultura global.

Primeiros passos na exploração interplanetária e busca de inteligência extra-terrestre.

Segundo este calendário, escrito por Carl Sagan, a modernidade, surge no último segundo, do último minuto, da última hora, do último dia do calendário.

Toda a história conhecida ocupa os últimos 10 segundos do dia 31 de Dezembro, o que exemplifica bem a insignificância do instante que ocupamos à escala do tempo geológico.



Aug
04
By: Pink | Discussion (2)

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México, 28 jul (EFE).- O meteorito que caiu na península de Iucatã (leste do México) há 65 milhões de anos e que, segundo algumas teorias científicas, provocou o desaparecimento dos dinossauros foi maior do que uma hipotética explosão de todo o arsenal atômico do mundo, disse hoje uma cientista.

A explosão gerada por esse meteorito e que causou o desaparecimento de 50% das espécies vivas do planeta é “inconcebível, difícil de imaginar para o ser humano”, disse Adriana Ocampo, pesquisadora da Agência Espacial Européia (ESA) e cientista da Nasa.

“Nos primeiros minutos, horas, dias e meses depois da explosão, os fragmentos quentes” caíram e provocaram incêndios, disse Ocampo, segundo um comunicado do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH).
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Na semana passada, uma missão da Nasa visitou Iucatã para propor que a zona de Chicxulub, onde há 65 milhões de anos caiu um meteorito, seja declarada Patrimônio Científico da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Ocampo participou de Iucatã do ciclo de conferências sobre o impacto do meteorito.

A científica explicou que o impacto foi pior porque a composição do lugar onde caiu era rica em enxofre, que se volatilizou, “gerou vapor e gás, e se transformou em ácido. A combinação foi letal”.

Por esse efeito, a Terra ficou nublada “por mais de dez anos e isso causou o esfriamento”, e acredita-se que o impacto tenha ocorrido na primavera, porque nos Estados Unidos foram encontrados fósseis de flores em botão que ficaram congeladas, disse Ocampo.

A cratera deixada pelo meteorito tem um diâmetro de 170 quilômetros.

A cientista disse que no mundo há aproximadamente 200 “crateras de impacto” causadas por asteróides ou cometas, mas só cerca de quatro ou cinco são do tamanho do que caiu em Chicxulub.
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May
29
By: Pink | Discussion (2)

O Museu Melbourne, na Austrália, abriu exposição com 15 dinossauros articulados, com esqueletos completos, e mais 130 peças do tempo das cavernas. A exposição atrai, em especial, crianças.

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Feb
20
By: Pink | Discussion (7)

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Sapão!!

Washington, 18 fev (EFE).- Paleontólogos descobriram em Madagascar um fóssil de um sapo gigante que mede 40,6 centímetros e pesa 4,5 quilogramas, e que viveu há cerca de 70 milhões de anos entre os dinossauros na África, segundo um artigo publicado na revista científica “Proceedings of the National Academy of Science”.

O sapo, com uma couraça grossa e com dentes, foi um anfíbio tão extraordinário que inclusive pode ter chegado a devorar dinossauros recém-nascidos, segundo os paleontólogos.

Por suas características tão excepcionais, os cientistas, liderados pelo paleontólogo David Krause, da Universidade Stony Brook, o denominaram “sapo diabólico”.

Os pesquisadores, que descobriram os ossos do sapo gigante no noroeste de Madagascar, acreditam que este anfíbio pertence à família de sapos que hoje em dia vive na América do Sul.

“Este sapo, se tinha os mesmos costumes que os sapos da mesma família de anfíbios na América do Sul, era bastante voraz. É inclusive possível que tenha devorado mamíferos, rãs menores e, levando em conta seu tamanho, até alguns dinossauros”, explicou Krause.

O paleontólogo encontrou pela primeira vez em 1993 ossos de rã extraordinariamente longos em Madagascar, uma área na qual já havia achado anteriormente fósseis de dinossauros e de crocodilos.

Mas só agora a equipe do cientista conseguiu acumular peças suficientes para reconstruir o sapo, e analisar seu peso e suas medidas.

Os fósseis do sapo datam do fim do período Cretáceo, entre 65 e 70 milhões de anos atrás, aproximadamente.

A equipe de Krause, que deu ao sapo o nome científico de “Beelzebufo ampigna”, trabalha com especialistas da University College de Londres para determinar que sua descoberta não pode ser relacionada com outros sapos da África.

Com suas características, o “Beelzebufo” pode ter sido o maior sapo a ter habitado a face da Terra, afirmam os paleontólogos.

Os cientistas determinaram que o sapo gigante poderia pertencer à família dos rãs ceratophrys da América do Sul.

A descoberta dos vínculos familiares do sapo gigante com anfíbios similares na América do Sul lança uma dúvida sobre as teorias do deslocamento dos continentes, indica Krause.

As teorias indicam que o que hoje é Madagascar foi separado da América do Sul pelo oceano durante a era em que o sapo gigante teria vivido.

“Mas as rãs não podem sobreviver durante muito tempo em água salgada”, disse o paleontólogo.

Por isso, a descoberta dos cientistas prova, segundo Krause, que havia alguma conexão terrestre com a América do Sul naquela época, talvez através da Antártida, então muito mais quente do que é hoje.