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Dec
25
By: Pink | Discussion (4)



Dec
24
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Apr
13
By: Pink | Discussion (2)



Jan
01
By: Pink | Discussion (2)



Nov
30
By: Pink | Discussion (2)

hehe, folcato!!!!!!!!

Eles são patos mas são meus amigos…

Tá me atrapalhando.. xô xô



Oct
31
By: Pink | Discussion (2)

SIMBOLISMO E SUAS ORIGENS :

Definição: “Hallowed” é uma palavra do Inglês antigo que significa “santo”, e “e’en” também de origem inglesa significa “noite”, então o significado é “Noite Santa” ou “All Hallows Eve”, “Noite de Todos os Santos”.

O dia 31 de outubro não é uma escolha por acaso. No calendário celta, este é um dos quatro principais dias de descanso das bruxas, os quatro dias de “meio trimestre”. O primeiro, 2 de fevereiro, conhecido como Dia da Marmota, honrava a Brigite, a deusa pagã da cura. O segundo, um feriado de maio chamado Beltane, era entre os bruxos, o tempo de plantar. Neste dia os druidas executavam ritos mágicos para incentivar o crescimento das plantações. O terceiro, uma festa de colheita em agosto, era comemorado em honra ao deus sol, a divindade brilhante, Lugh. Esses três primeiros dias marcavam a passagem das estações, o tempo de plantar e o tempo de ceifar, bem como o tempo da morte e ressurreição da terra. O último, Samhain, marcava a entrada do inverno. Nesse tempo, os druidas executavam rituais em que um caldeirão simbolizava a abundância da deusa. Dizia-se que era tempo de “estado intermediário”, uma temporada sagrada de superstição e de conjurações de espirito.

Para os druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain voltava com os espíritos dos mortos. Eles precisavam ser apaziguados ou agradados; caso contrário, os vivos seriam ludibriados. Acendiam-se enormes fogueiras nos topos das colinas para afugentar os espíritos maus e aplacar os poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. Recentemente alguns imigrantes europeus, de um modo especial os irlandeses, introduziram o Halloween nos Estados Unidos. No final do século passado, seus costumes se haviam tornado populares. Era ocasião de infligir danos às propriedades, e consentir que se praticassem atos diabólicos não tolerados noutras épocas do ano.

A Igreja Católica celebrava originalmente o “Dia de Todos os Santos” no mês de maio e não dia 1 de novembro como é feito atualmente. O Papa Gregorio III, em 835, tentando apaziguar a situação nos territórios pagãos recém conquistados no noroeste da Europa, permitiu-lhes combinar o antigo ritual do “Dia de Samhain” ou “Vigília de Samhain” (algo parecido com o que os católicos fizeram no Brasil com os deuses africanos e os santos da igreja no tempo da escravidão). O Panteão de Roma, templo edificado para adoração de uma multiplicidade de deuses, foi transformado em igreja. Os cristãos celebravam ali o dia dos santos falecidos no dia posterior ao que os pagãos celebravam o dia de seu Senhor dos Mortos.

DRUIDAS

Estes eram membros de um culto sacerdotal entre os celtas na antiga França, Inglaterra e Irlanda que adoravam deuses semelhantes aos dos gregos e romanos, mas com nomes diferentes. Pouco se sabe sobre eles, pois os sacerdotes passavam seus ensinamentos apenas oralmente jurando e fazendo jurar segredo. Algumas práticas porém são conhecidas. Eles moravam nas florestas e cavernas, e diziam dar instruções, fazer justiça e prever o futuro através de vôo de pássaros, do fogo, do fígado e outras entranhas de animais sacrificados. Os druidas também ofereciam sacrifícios humanos e tinham como sagrados a lua, a “meia-noite”, o gato, o carvalho, etc. Os druidas foram dizimados pelos romanos na França e Inglaterra antes do final do primeiro século, mas continuaram ativos na Irlanda até o quarto século.

BRUXAS E FANTASMAS

Os antigos druidas acreditavam que em uma certa noite (31 de outubro), bruxas, fantasmas, espíritos, fadas, e duendes saiam para prejudicar as pessoas.

LUA CHEIA, GATOS E MORCEGOS

Acreditava-se que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos. O gato estava associado as bruxas por superstição. Acreditava-se que as bruxas podiam transferir seus espíritos para gatos, então acreditava-se que toda bruxa tinha um gato. O gato era tido como “um espírito familiar” e muitos eram mortos quando se suspeitava ser uma bruxa.

Os druidas também tinham os gatos como animais sagrados, acreditando terem eles sido seres humanos transformados em gatos como punição por algum tipo de perversidade. Representavam portanto seres humanos encarnados, espíritos malvados, ou os “espíritos familiares” das bruxas. A cor do gato originalmente não era um fator importante. O morcego, por sua habilidade de perseguir sua presa no escuro, adquiriu a reputação de possuir forças ocultas. O mamífero voador também possuía as características de pássaro (para o ocultismo, símbolo da alma) e de demônio (por ser noturno). No período medieval acreditava-se que demônios transformavam-se em morcegos.

CABEÇAS DE ABÓBORA (“JACK-O-LANTERNS”)

A lanterna feita com uma abóbora recortada em forma de “careta”, veio da lenda de um homem notório chamado Jack, a quem foi negada a entrada no céu, por sua maldade, e no inferno, por pregar peças no diabo. Condenado a perambular pela terra como espirito até o dia do juízo final, Jack colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar-lhe o caminho através da noite. Este talismã (que virou abóbora) simbolizava uma alma condenada.

“TRAVESSURAS OU DOCES – “TRICK OR TREAT”

Acreditava-se na cultura celta que para se apaziguar espíritos malignos, era necessário deixar comida para eles. Esta prática foi transformada com o tempo e os mendigos passaram a pedir comida em troca de orações por quaisquer membros mortos da família. Também neste contexto, havia na Irlanda a tradição, que um homem conduzia uma procissão para angariar oferendas de agricultores, a fim de que sua colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Uma espécie de chantagem, que daí deu origem ao “travessuras ou doces” “Trick or Treat”.

AS MÁSCARAS E FANTASIAS

As máscaras têm sido um meio de supersticiosamente afastar espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação com o mundo dos espíritos. Acreditava-se enganar e assustar os espíritos malignos, quando vestidos com máscaras. Também em outras culturas pessoas tem usado máscaras para assustar demônios que acreditavam trazer desastres como epidemias, secas, etc. Grupos envolvidos com magia negra e bruxaria também usam máscaras para “criar uma ligação” com o mundo dos espíritos.

AS FOGUEIRAS

A palavra inglesa para fogueira (de acampamento, festas, etc.) é “Bonfire”. Alguém pode até pensar que quer dizer “fogo bom”, mas na verdade vem de “Bone” (osso) + “Fire” (fogo). Nas celebrações da “Vigília de Samhain” nos dias 31 de outubro, os druidas acreditavam poder ver boas coisas e mal agouros do futuro através do fogo. Nestas ocasiões, os druidas construíam grandes fogueiras com cestas de diversos formatos e queimavam vivos prisioneiros de guerra, criminosos e animais. Observando a posição dos corpos em chama, eles diziam ver o futuro. Mais tarde, mulheres, crianças, filósofos e cientistas foram “assados” vivos por católicos, calvinistas e luteranos.

AS CORES LARANJA E PRETA

As cores usadas no Halloween, o laranja e o preto, também tem sua origem no oculto. Elas estiveram ligadas a missas comemorativas em favor dos mortos, celebradas em novembro. As velas de cera de abelha tinham cor alaranjada, e os esquifes eram cobertos com tecidos pretos.

FEITIÇARIA NO PASSADO

Não só os católicos durante as atrocidades da Santa Inquisição, mas também os seguidores de Lutero, durante a selvagem perseguição aos anabatistas, e os calvinistas em sua feroz intolerância, promoveram barbaridades e injustiças com a desculpa de estarem em “Guerra Santa”.

Acreditava-se que mulheres com poderes de feitiçaria podiam lançar aos seus vizinhos toda espécie de sorte maléficas, como morte de gado, perda de colheita, morte de filhos, etc. Segundo a tradição, o poder mais pernicioso de tais bruxas era tornar seus maridos cegos a respeito da má conduta de suas esposas e de fazer com que as chamadas feiticeiras gerassem filhos idiotas ou aleijados. Como a caracterização de bruxas era a de velhas megeras desdentadas com hábitos excêntricos e língua venenosa, muitas mulheres com tais características foram mortas em Salem, nos EUA em 1692.

Vejam só a barbaridade: ter um filho com alguma deficiência já caracterizava a mãe como bruxa ou feiticeira. Na Europa, a figura de feiticeira era a de “uma moça linda e perversa”, e grande número de adolescentes e jovens mulheres casadas foram mortas na Alemanha e França.

As primeiras perseguições ocorreram no séc. XIII e depois em 1484 com a Santa Inquisição. O papa Inocêncio II recomendava que seus inquisidores torturassem até obter provas. Durante a Revolução Protestante essa caça assumiu proporções absurdas. Lutero aconselhava que se matasse feiticeiras com menos consideração e misericórdia do que se tinha com criminosos comuns.

Sob o comando de Calvino em 1545, 34 mulheres foram queimadas ou esquartejadas (vivas) sob acusação de serem ou praticarem feitiçaria. Mulheres, moças e até crianças eram torturadas com agulhas enfiadas sob suas unhas, assando-se os pés em fogueiras ou esmagando-se as pernas sob grandes pesos “até que a medula espirrasse dos ossos”, tudo isso para obriga-las a confessar “orgias repelentes com os demônios”. O ápice desta histeria ocorreu no final do séc. XVI onde o número de vítimas pode ter chegado a 30 mil. Durante essa época em cidades alemãs mais de 900 mulheres foram mortas num só ano, não restando uma só mulher em algumas cidades. Até pessoas celebrizadas por nós defendiam que pessoas fossem mortas sob simples suspeita de feitiçaria.

O HALLOWEEN HOJE

O Halloween tem outros aspectos negativos além de sua herança pagã arraigada na bruxaria e sua ênfase sobre o diabo e as trevas. Alguns vândalos estão mais interessados em brincadeiras de mau gosto do que em festas. Há vários casos de criminosos e loucos distribuindo balas envenenadas ou guloseimas contendo agulhas ou lâminas. Outro perigo é o de que os motoristas não vêem as crianças com trajes típicos de cores escuras andando em ruas escuras. Todavia, tais associações com o mal não indicam que os pais que permitem celebrações do Halloween estejam colaborando com o diabo. Mas seria difícil você pensar numa virtude positiva nos festejos do Halloween. Seu simbolismo envolve demônios, fantasmas, morte, trevas, esqueletos, medo e terror.

REFLETINDO

Existe algo de ruim nisto? Quer dizer que esta simples festividade com pessoas e crianças se fantasiando, pedindo doces é um remanescente de antigas práticas de magia negra, culto aos mortos e outras coisas sinistras?

TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES

Nos Estados Unidos foram proibidas as orações públicas. O princípio do sectarismo tirou das escolas a celebração do Natal. Mas o Halloween permanece. O abrigo de gatos de Chicago tem uma procura muito grande de gatos pretos durante os festejos de Halloween. Temendo que os gatos estivessem sendo usados em rituais macabros pelos que se auto-proclamam bruxos, a Sociedade Protetora de Animais excluiu a adoção durante essa temporada.

No Brasil e no mundo estão aparecendo pessoas se auto-intitulando bruxos.Simbolismo apenas? Pense em alguns símbolos e analise-os. Há algum significado? Há alguma importância? Há alguma influência? Exemplo: cabeça de abóbora, suástica, crânio com ossos cruzados, a cruz… Deve uma igreja acolher tais festividades? Deve um crente participar de tais festividades? Hoje, mais e mais casos de sacrifícios humanos ocorrem no mundo ocidental justamente nesta época. Até os pais da Reforma Protestante cometeram absurdos de injustiça nesta área. Não estaríamos nós celebrando a injustiça que tanto desagrada a Deus? (Isaías 6.7-8). O assunto não é algo de extrema importância. É simplesmente algo que devemos nos colocar a par para um Posicionamento ético quando alguém nos perguntar sobre a questão.

Este estudo não é para dar mais “Ibope” ao diabo. Crentes não devem temer o Halloween. Dia 31 de outubro continua sendo um dia que o Senhor Deus criou. Não há espaço aqui para extremismo e nem para fobias. Exemplo de extremismo característicos do povo Cristão: A primeira edição de “A Origem das espécies” de Darwin, foi praticamente esgotada pela corrida dos crentes para comprar o “livro herege”… nós financiamos a segunda edição do livro e, provavelmente, a popularidade da teoria. Há uns 5 anos atrás várias pessoas faziam palestras sobre a Nova Era e as igrejas estavam super alertas para a simbologia e embaixadores desse movimento. Isso gerou uma verdadeira “paranóia”, ao ponto de acusarem a Junta de Missões de “Nova Era”, por trazer o desenho de um arco-íris, um dos supostos símbolos, em um de seus cartazes.



Sep
30
By: Pink | Discussion (2)

Eu não me importo se você lamber janelas, jogar pedra em avião, ou querer bater prego com a testa, mas lembre-se, todos os sessenta segundos que você gasta irritado, triste ou chateado,
é um minuto de felicidade que nunca mais vai voltar!!!

A mensagem de hoje é:

A vida é curta, quebre as regras, viva intensamente, deseje ardentemente, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, deveríamos dançar!



Sep
23
By: Pink | Discussion (2)

E o google homenageia com seu logo hehe



Sep
09
By: Pink | Discussion (3)

Foi no dia 9 de setembro de 1933, através do Decreto nº 23.133, que o então presidente Getúlio Vargas criou uma normatização para a atuação do médico veterinário e para o ensino dessa profissão. Em reconhecimento, a data passou a valer como o Dia do Veterinário. Mas escolas de veterinária já existiam no Brasil, desde 1910.

É chamada de medicina veterinária a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças dos animais domésticos e o controle de distúrbios também em outros animais.

Pessoas se dedicam a tratar de animais desde os tempos antigos, desde que começaram a domesticá-los. A prática da veterinária foi estabelecida desde 2.000 a.C. na Babilônia e no Egito. Porém, segundo alguns registros encontrados, remonta a 4000 a.C.

O Código de Hammurabi, o mais completo e perfeito conjunto de leis sobrevivente, que se encontra hoje no Museu do Louvre francês, desenvolvido durante o reinado de Hammurabi (que viveu entre 1792 e 1750 a.C.) na primeira dinastia da Babilônia, já continha normas sobre atribuições e remuneração dos “médicos de animais”.

Na Europa, a história da veterinária parece estar sempre ligada àqueles que tratavam os cavalos ou o gado. Os gregos antigos tinham uma classe de médicos, chamada de “doutores de cavalos” e a tradução em latim para a especialidade era veterinarius. Os primeiros registros sobre a prática da medicina animal na Grécia são do século VI a.C., quando as pessoas que exerciam essa função – chamados de hippiatros (hipiatras, os especialistas da medicina veterinária que tratam dos cavalos) – tinham um cargo público. As escolas de veterinária surgiram na Europa no meio do século XVIII, em países como Áustria, Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Polônia, Rússia e Suécia.

O marco do estabelecimento da medicina veterinária moderna e organizada segundo critérios científicos é atribuído ao hipólogo francês Claude Bougerlat, na França de Luís XV, com a criação da Escola de Medicina Veterinária de Lyon, em 1761. A segunda a ser criada no mundo foi a Escola de Alfort, em Paris.

O Imperador Pedro II esteve, no ano de 1875, visitando a escola parisiense de Medicina Veterinária de Alfort e com a boa impressão que teve, decidiu criar condições para o aparecimento de instituição semelhante no Brasil, porém as duas primeiras escolas do gênero só apareceram no governo republicano: a escola de Veterinária do Exército, em 1914, e a escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, em 1913, ambas no Rio de Janeiro.

O capitão-médico João Moniz Barreto de Aragão, patrono da medicina veterinária militar brasileira, foi o fundador da Escola de Veterinária do Exército em 1917, no Rio, mas a profissão não tinha regulamentação até o Decreto de Getúlio Vargas, de 9 de setembro de 1932, que vigorou por mais de trinta anos.

Para o exercício profissional passou a ser exigido o registro do diploma, a partir de 1940, na Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, órgão fiscalizador da profissão.

A partir de 1968, com a lei de criação dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, foi transferida aos conselhos a função de fiscalizar o exercício dessa profissão e é também onde se faz o registro profissional.

A formação em medicina veterinária dura, em média, cinco anos, com os dois primeiros anos tratando das disciplinas básicas anatomia, microbiologia, genética, matemática, estatística, além de nutrição e produção animal. Depois é a vez de estudar as doenças, as técnicas clínicas e cirúrgicas e então optar pela especialização.

As especializações são clínica e cirurgia de animais domésticos e silvestres, e de rebanhos; trabalhar nas indústrias de produtos para animais, acompanhando a produção de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos; trabalhar em manejo e conservação de espécies, observando os animais silvestres em cativeiro para estudar a sua reprodução e conservação, implantando projetos em reservas naturais; fazer controle de saúde de rebanhos em propriedades rurais ou fiscalizar os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais; usando tecnologia, fazer melhoramentos de qualidade dos rebanhos.

Fonte: IBGE Teen

Dia do Veterinário

Profissionais dedicados
Dos animais muito amigos
Conhecem a sua realidade
E também quando estão em perigo
Não tem gato ou papagaio
Periquito ou cachorro
Todos são seus pacientes
E tratados como gente
Como amor e afeição
Carinho e muita atenção.

Cuidando dos nossos “bichinhos”
Eles também cuidam de nós
Pois quando os vemos sadios
Ficamos felizes também

É uma profissão linda
E também abençoada
E a sua clientela
É um pouco complicada
Pois não sabem falar
Muito menos escrever
Mas nem por isso eles deixam
De se fazer compreender.

Parabéns veterinários
Pela sua profissão
Pelo seu dom divino
E a sua dedicação.

Autora: Sandra Mamede



Sep
07
By: Pink | Discussion (3)

História da Independência do Brasil, Dom Pedro I, Grito do Ipiranga, 7 de setembro, História do Brasil Império, Dia da Independência, transformações políticas, econômicas e sociais, dependência da Inglaterra no Brasil

Introdução
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.”

O processo de independência


Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o ” cumpra-se “, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : ” Independência ou Morte !”. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência
Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.



Aug
25
By: Pink | Discussion (2)

25 de agostoO dia 25 de agosto é consagrado ao soldado brasileiro. O soldado é o cidadão fardado precursor na defesa da sua pátria e das instituições. O civil é um soldado licenciado sempre pronto a ser convocado quando as circunstâncias exigirem. O Exército, a Marinha, a Aeronáutica e a Polícia Militar são forças devotadas à defesa da pátria, da ordem e das instituições.

O 25 de agosto foi designado Dia do Soldado porque neste dia, em 1803, nascia na cidade de Estrela, no Estado do Rio de Janeiro, Luiz Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, o maior soldado-estadista do nosso país. Descendente de uma família de militares, desde os cinco anos de idade ele já foi “programado” para a carreira dos seus ancestrais. Junto com seu pai, freqüentava o expediente no quartel do 20º Batalhão dos Sapadores Reais. Aos nove anos ingressou no Colégio Militar e aos 15 na Academia Militar, sempre alcançando o primeiro lugar.

Em 1823, incorporado ao regimento comandado pelo seu tio, em serros da Bahia, José Joaquim de Lima e Silva, que havia assumido o comando das forças brasileiras, então sob o comando do general (mercenário) francês Pedro de Labatu, que lutavam contra as tropas portuguesas do famigerado sanguinário brigadeiro Luiz Ignácio Madeira de Mello. Vencido na batalha do Pirajá, Madeira de Mello recua para a cidade de Salvador e aceita os termos impostos pela rendição. Ele abandona a cidade e se retira para a sua pátria, Portugal.

Cumprida, com heroísmo, esta missão, seguiu Caxias com seu regimento para o Maranhão, sufocando lá a Balaiada com tanto denodo que lhe valeu a promoção ao posto de coronel. Voltando ao Rio de Janeiro, foi destacado para sufocar a rebelião de Sorocaba, chefiada pelo ex-presidente da Província de São Paulo, Rafael Tobias de Aguiar. Contou com a participação da Marquesa de Santos, com o padre Diogo Antônio Feijó, ex-regente do Império e outras figuras importantes de uma monarquia agonizante (isso acontecia em 1842, dois anos após a falsa maioridade do príncipe D. Pedro, futuro Pedro II).

Sufocada a rebelião de Sorocaba, Caxias foi chamado a pacificar Minas Gerais, derrotando os liberais daquela Província. Em 1845, conseguia pacificar o Rio Grande do Sul, convulsionado com dez anos de guerra civil, onde usou de toda a sua competência e autoridade de verdadeiro estadista, conseguindo uma paz honrosa para os combatentes. Foi honrado com as insígnias de general e o título nobre de Marquês de Caxias. Em 1851/52 lutou no Uruguai, contra o caudilho Oribes e os partidários do ditador argentino Juan Manoel Rosas. Em 1855 foi nomeado Ministro da Guerra, em 62 presidiu o Conselho e em 63 chegou a Senador. A guerra contra o Paraguai seguia a passos lentos, com brilhantes vitórias e alguns reveses, como o de Curupaiti, de sérias conseqüências.

Caxias foi chamado a assumir o comando das forças aliadas, substituindo o argentino Bartolomeu Mitre. Reorganizou, rearmou, disciplinou e saneou os exércitos aliados e partiu para a ofensiva, vencendo as forças regulares do “El Supremo” ditador paraguaio Francisco Solano Lopes. O cerco de Humaitá, a batalha do Avaí, os combates de Lomas Valentina, Angostura e Itororó abriram a porta da capital paraguaia às tropas brasileiras e aliadas. Esta fase da guerra foi chamada de “Dezembrada” e culminou com a entrada triunfal dos aliados em Assunção no dia 5 de janeiro de 1869. Porém a guerra não terminou aí, pois Lopes se retirou para o nordeste com os remanescentes de suas tropas.

Caxias, já velho e cansado, passou o comando para o príncipe Gastão de Orleans, o Conde d´Eu, que perseguiu o inimigo até o Cerro Corá, onde alcançou a 1º de março de 1869. O cabo Chico Diabo matou o ditador e a guerra acabou. Foram suas últimas palavras: “Me muero com mi pátria”. Caxias morreu em 1880.



Aug
25
By: Pink | Discussion (3)

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A fêmea de panda Yang-Yang come um pedaço de bolo no zoológico de Viena, na Áustria. O aniversário não é dela, mas de seu companheiro, o macho Fu-Long, a principal atração do zoológico. A guloseima foi especialmente preparada pelos tratadores para os ursos: no lugar de velhinhas, bambus, um dos alimentos preferidos da espécie.



Aug
20
By: Pink | Discussion (0)

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Dia 05 – Dia da Amazônia – vamos permitir com nosso comodismo que acabem com ela?

Dia 18 – Dia dos Símbolos Nacionais – Lembramos que o nosso primeiro símbolo foi o Pau Brasil que deu nome a nossa terra.

Dia 21 – Dia da Árvore

Dia 23 – Início da Primavera

Aproveitando todas estas datas símbolo da natureza vamos contar um pouco de nossa história pessoal de amor à natureza…

Este bosque que vocês estão vendo nas imagens é um dos quatro bosques que formamos a duras penas. Foram formados por nós ao longo de 15 anos. Eles contêm espécies da nossa flora, que gostam de solos úmidos, pois esta área há 20 anos atrás era uma área inundada. As nascentes foram captadas num córrego e primeiramente plantamos algumas árvores. Muitas morreram, mas persistimos, plantamos mais e mais árvores!!! Foram plantados: corticeiras, ingás do brejo, aroeiras, pau Brasil, Ipê amarelo do brejo, eritrina mulungu, coqueiro jerivá, palmeira locuba, bauinia, quaresmeira, várias cássias, piracanta especial para pássaros, ameixa amarela, pitanga, goiabas, guabiroba,araçá, etc.

Depois à medida que elas foram crescendo, fomos plantando alguns arbustos criando um caminho para as águas, isolando as margens com pedras para não haver inundação e então começamos a amarrar orquídeas nos troncos lenhosos. Temos alegria de ver uma batalha vencida. Os pássaros aumentaram na região, sempre temos uma orquídea em flor, e o ar ficou muito mais puro.

Plante você também alguma árvore em um vaso, na calçada ou no campo!

 

 



Aug
12
By: Pink | Discussion (3)

A Arte é a criação humana com valores estéticos, ou seja, beleza, equilíbrio, harmonia, que expressam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura.

Ela se apresenta sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc. A arte pode ser visualizada, ouvida ou os dois ao mesmo tempo, que são os audiovisuais. Atualmente, alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra, interagindo com o artista.

O homem cria a arte no intuito de expressar o que pensa, divulgar suas crenças (ou as de outros), estimular e distrair a si mesmo e aos outros, além de explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas
O que vemos, quando admiramos uma arte, depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.

A Humanidade sempre usou as pesquisas em escavações para acompanhar sua evolução histórica. Sabemos que desde os mais remotos primórdios, o ser humano sempre desejou deixar gravado, para as gerações futuras, registros de como e onde viviam. Por isso, faziam desenhos e pinturas nas rochas.

Os homens evoluíram, mas a curiosidade sobre seus ancestrais segue até hoje. Notamos que é com as artes dessas culturas que os processos evolutivos e de comunicação são comprovados, causando, por vezes, muitas polêmicas. No início do século XX, começou a se reconhecer os povos nativos como culturas diferentes das civilizações oficiais e suas contribuições sociais e ambientais deixadas pelos guerreiros que tiveram o sonho e as artes como professores.

A literatura se enriqueceu com as lendas e tradições indígenas, que mostram como funciona o pensamento do homem nativo. A pintura corporal, é uma arte feminina, pois só a mulher pinta os corpos dos filhos e do marido, As cores e os desenhos ‘falam’, dão recados. Enquanto a qualidade é a garantia do sucesso, ou seja, resultam em boa sorte. A arte plumária serve para enfeites: mantos, máscaras, cocares, e passam aos seus portadores elegância e majestade. E é uma arte especial, cuja finalidade é puramente estética.

O traçado, outra atividade artística, que pela variedade de plantas brasileiras apropriadas possibilita ao índio uma inesgotável fonte de matéria prima. É trançando que o índio constrói a sua casa e uma grande variedade de adornos pessoais, utensílios domésticos, para caça e pesca, redes para pescar e dormir, instrumentos musicais para uso em rituais religiosos etc. A cerâmica destacou-se, principalmente, pela sua utilidade, buscando a sua forma nas cores e na decoração exterior, e seu ponto alto ocorreu na ilha de Marajó.

Também no início do século XX, existia uma diferença de entendimento que dividia artistas e críticos diante das artes. De um lado, os que diziam que a arte deveria ser uma cópia fiel do real, e do outro, os que pleiteavam total liberdade criadora para o artista, de modo que não ficassem cerceados pelos limites da realidade.

Essa nova arte apareceu, inicialmente, na atividade crítica e literária de Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade, em 1912. A divisão entre os defensores da estética conservadora e os vanguardistas da arte renovadora, prevaleceu por muito tempo e atingiu seu clímax na Semana de Arte Moderna realizada nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo. No interior do teatro, foram apresentados concertos e conferências, enquanto, no saguão, foram montadas exposições de artistas plásticos.

Aliás, consulte o texto sobre o Dia do Aniversario da Semana de Arte Moderna, em 13 de fevereiro, você vai gostar de saber os detalhes desses eventos, que foram o marco de uma nova concepção do fazer e compreender a obra de arte.



Jul
13
By: Pink | Discussion (2)

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O Dia Internacional do Rock serviu de inspiração para o concurso cães que atraiu dezenas de cachorros no Rio. Inspirada na cantora Cindy Lauper, a poodle Rebeca Maria foi de saia jeans, pochete, peruca e óculos escuros

hihi

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Jul
13
By: Pink | Discussion (3)

Dia Mundial do Rock

O número 13 para muitos é considerado a simbologia do azar. Para o técnico Zagallo é o número da sorte. Mas, fora essas prenuncias místicas, exatamente no dia 13 de Julho comemora-se o Dia Mundial do Rock, um gênero musical que influenciou e influência inúmeras gerações. Com estilo rebelde, inquisitor, ativista ou mesmo embriagado, ele modificou o mundo com os jovens que se cansaram da mesmice e tradição impostas pela sociedade.

Nesses anos de vida, o rock, que não é apenas música, e sim comportamento, pensamento, moda – uma religião -, está cada vez mais maduro e com espírito evolutivo, vive em constante transição – um camaleão sonoro.

E como esse gênero, que tem seus cavaleiros como Elvis, Ozzy, Iron Maiden, Scorpions, The Smiths, Titãs, Olho Seco, segue rolando como as pedras durante os anos. Aproveitando a data, o !ObaOba homenageia o Dia Mundial do Rock, mostrando sua história e o porquê do dia 13 de julho.

Cronologicamente, mostramos a evolução musical desse gênero, durantes as suas seis décadas de existência, no Brasil e no Mundo. Também colocamos fatos e acontecimentos importantes na capital fluminense, que marcaram o rock nacional e transformou toda uma geração.

Além da música, o rock está sempre presente na moda e no comportamento das pessoas, que muitas vezes são ditadas por seus ídolos.

Mas não é só isso! Fora desse contexto histórico, tem uma mesa de rock com os grandes entendedores do assunto: André Pomba, Kid Vinil, André Barcinski e Fernando Rosa, que relatam como é viver rock’n'roll. Roberto Maia, nosso homem enciclopédia, escreveu sua coluna especialmente para a data.



Jul
10
By: Pink | Discussion (3)


A história da pizza começa na Roma de César, antes da Era Cristã. Conta-se que os nobres desta época comiam o pão de Abraão, uma massa de farinha, água e sal que vai ao forno bem forte. A ele eram acrescidos ervas e alho. Essa mistura era chamada de Piscea.

A variação das coberturas foi se amadurecendo com o passar dos anos, até que o tomate chegou a Europa trazido por Cristóvão Colombo e daí para frente o pomodoro foi incorporado totalmente à receita. Houve época em que essa iguaria era comida no café da manhã e vendida por ambulantes.

À medida que se tornou mais popular, erguiam-se barracas onde era vendida a massa em formatos diferenciados, de acordo com o pedido do cliente. O primeiro pizzaiolo da história foi Don Rafaelle Espósito, proprietário de uma famosa pizzaria de Nápole, a Pietro il Pizzaiolo.

Don Rafaelle ficou famoso a partir do verão de 1889, quando foi cozinhar no palácio Capodimonte para os soberanos rei Humberto I e sua rainha Margherita de Sabóia, que estavam em visita à Cidade. O pizzaiolo, para prestar uma homenagem à rainha, resolver fazer a pizza com as cores da bandeira italiana – branco, vermelho e verde.

A rainha gostou tanto da pizza que Don rafaelle a batizou com o seu nome. Embora a origem da pizza, como hoje é conhecida, seja italiana. Os grandes devoradores desse produto ficam do outro lado do oceano. Os dois países que mais consomem pizza no mundo são respectivamente: EUA e Brasil, com destaque para as cidades de Nova Iorque e São Paulo.

Dia da Pizza

O Dia da Pizza é comemorado desde 1985 em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.



Jul
09
By: Pink | Discussion (2)

Eca! Imagine o tanto de bactérias que não tem ali huehuehu >:|

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A Iniciativa é do presidente da Sociedade de Defesa das Tradições e Progresso da Bela Vista, Walter Taverna. É a sexta vez que ele serve a pizza gigante no Bixiga, no Centro da capital. Ele estima que mais de mil pessoas tenham comparecido ao bairro para comer a pizza servida no final da manhã desta quarta-feira (9). Na pizza de mortadela de 454 metros, foram usadas 4,5 toneladas de ingredientes. Nesta foto, a pizza estava sendo preparada.



Jul
07
By: Pink | Discussion (1)

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o Google está homenageando o dia do aniversário do Pintor Marc Chagall

 

  Pintor, gravador e vitralista bielorusso, Marc Chagall nasceu em Vitebsk em 7 de julho de 1887.

  Iniciou-se em pintura no ateliê de um retratista local. Em 1908 estudou na Academia de Arte de São Petersburgo e, de volta à cidade natal, conheceu Bella, de quem pintou um retrato em 1909 (Kunstmuseum, Basiléia). 

  Marc Chagall trabalhou intensamente para integrar seu mundo de fantasias na linguagem moderna, derivada do fauvismo e do cubismo. 

 

     Na França e nos Estados Unidos, além de vitrais, realizou mosaicos, cerâmicas, murais e projetos de tapeçaria. Em 1973 foi inaugurado em Nice o Museu da Mensagem Bíblica de Marc Chagall. Em 1977 o governo francês agraciou-o com a grã-cruz da Legião de Honra.

     Reconhecido como um dos maiores pintores do Século 20, Marc Chagall morreu em Saint-Paul de Vence, no sul da França, em 28 de março de 1985.

Galeria de imagens:

http://cgfa.sunsite.dk/chagall/index.html

História completa:

http://www.pitoresco.com.br/universal/chagall/chagall.htm

 

 



Jul
03
By: Pink | Discussion (1)

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